segunda-feira, 22 de maio de 2017



Na tarde desta sexta-feira (19), um homem, identificado com Leandro Lima Farias, 28 anos, tentou assaltar uma pessoa no Monte Castelo, mas não deu certo.

Ao usar uma faca para tentar render uma mulher, Leandro foi surpreendido ao vê-la tirar uma arma da bolsa, em vez de dinheiro ou um celular.

Imediatamente, ela atirou na perna de Leandro e manteve a arma apontada para ele até a chegada da polícia.

Leandro foi encaminhado ao Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão I) e, após ter feito curativos, foi encaminhado à Policia Interestadual do Maranhão.

O assaltante já possui outras passagens pela polícia.

Ação social na Vila Luizão com oferta de serviços gratuitos

Policial não brinca e detona criminoso a tiros no Monte Castelo



A 1º sargento Rita, da Brigada Militar cometeu suicídio dentro do alojamento do batalhão. Rita tinha apenas 39 anos, disparou contra a prórpia cabeça, deixando todos os outros PMs em estado de choque.

Os motivos que levaram a policial se suicidar ainda permanecem desconhecidos.

Ela era da Força Tarefa da BM na Penitenciária Estadual do Jacuí – PEJ.

1º Sargento Rita comete suicídio no alojamento do batalhão



O 2º vice-presidente do Senado, senador maranhense João Alberto (PMDB), se pronunciou sobre as acusações envolvendo o presidente Michel Temer após as denúncias feitas pelo empresário Joesley Batista, dono do grupo J&F.

Em entrevista ao Jornal Nacional, na noite de ontem (20), o senador, que também é amigo de Temer há muitos anos, disse que ao ouvir os áudios não há nada que pese contra o presidente.

“Quem conhece o Temer de perto, sabe que ele além de ser um jurista muito competente, é um cidadão muito delicado. O Temer procura sempre tratar bem as pessoas, o que eu vi ali é o Temer não querer tratar mal a ninguém. Pelo que eu vi pelos áudios, eu não vejo nada contra o Presidente da República, mas eu acredito que não pese nada contra ele“, disse João Alberto.

Mais cedo, durante entrevista ao programa Senado em Revista, João Alberto ressaltou que o Senado continuará tranquilamente com sua pauta e que o pior da crise do Executivo já passou. “O presidente continuará com o apoio tanto na Câmara como no Senado, poque nóes acreditamos que o presidente que o melhor para o país”, opinou.

“Eu não vejo nada contra o Presidente”, afirma senador João Alberto



Um pai que abusou sexualmente de sua filha durante 20 anos, foi preso no Reino Unido após ter sido gravado enquanto se gabava de seus crimes.

Raymont Prescott, de 54 anos, disse à sua filha Layla, que hoje tem 31 anos: “O melhor sexo que eu já tive em toda a minha vida foi com você”.

Ele atacou Layla pela primeira vez quando ela tinha apenas sete anos, dizendo: “É o nosso segredinho”.

Layla disse que seu pai repentinamente se transformava, deixando de ser seu “melhor amigo” para se tornar um “predador sexual”, e a atacava descaradamente enquanto gritava: “Estou transando com a minha própria filha”.

Quando Layla o denunciou à polícia, em 2001, seus familiares a criticaram duramente e não acreditaram nas alegações, fazendo com que ela decidisse retirar a queixa.

No entanto, depois de Prescott tentar atacá-la em dezembro de 2012, a corajosa Layla armou uma armadilha e gravou secretamente seu pai confessando seus crimes doentios.

No vídeo assustador, o jardineiro Prescott diz à sua filha: “Eu não consigo gostar de fazer sexo com mais ninguém, então quero transar com você”.

Após assegurar-se de que tinha evidências suficientes, Layla as entregou à polícia, e Prescott, nascido em Clifton, Nottingham, foi formalmente acusado pelos estupros.

Inicialmente ele negou as alegações, mas foi preso em maio de 2016, após ser condenado no tribunal de Nottingham.

Abrindo mão de seu anonimato, Layla, que é mãe de quatro filhos, disse: “Na primeira vez em que ele fez isso, eu tinha sete anos”.

“Ele disse que estava orgulhoso de mim por não ter feito xixi na cama e disse que eu ia ganhar um presente. Ele me levou para o quarto, depois que todos os outros haviam ido para a escola, e me deitou no chão”.

“Ele passou suas mãos pelo meu corpo e tirou a minha saia, mas eu não me lembro totalmente do que aconteceu depois. Eu bloqueei isso da minha cabeça porque aconteceu quando eu era tão nova, mas eu sabia que era algo muito ruim. Aquilo aconteceu de novo, mas não era algo regular”.

Layla acrescentou: “Ao longo deste período eu deixava que ele viesse à casa da minha mãe enquanto todo mundo estava fora. Nós tomávamos chá e de repente ele se transformava e abusava de mim, indo embora antes da minha mãe voltar”.

“Eu lembro que ele me levou para a sua cama e fez sexo oral em mim quando eu tinha nove ou dez anos. Ele dizia que era o nosso segredinho e que eu era sua pequena menina”.

Layla começou a beber excessivamente quando tinha apenas 14 anos – seu pai havia lhe oferecido álcool desde os 7 anos de idade.

Em 2001, quando ela estava com 16 anos, sua decisão de denunciá-lo à polícia acabou mal.

Seu namorado e sua tia a apoiaram, mas sua mãe “não olhava para mim e nem falava comigo. Eu acho que ela ficou envergonhada por não ter descoberto antes. Eu acho que ela acreditou em mim, mas ficou em estado de choque”.

Quando o pai de Layla negou as acusações, ela recebeu ameaças de morte do lado paterno da família, que a chamou de mentirosa e disse que ela só queria chamar atenção.

Layla disse: “Nove meses depois, ele decidiu me estuprar. Ele fez isso porque achava que tinha se livrado da acusação. Naquele estágio, eu tomava uísque, cerveja, vinho, vodca, tudo que pudesse encontrar para fugir da situação”.

“Conforme eu fiquei mais velha, ele começou a fazer isso regularmente na época do Natal. Uma vez ele me estuprou no quarto ao lado de onde minha mãe estava, gritando: ‘Estou transando com a minha filha’ – achando que estava sendo engraçado”.

“Na última vez em que ele tentou, eu tinha 27 anos. Eu havia ido visitá-lo com minha amiga, e ele ficou tão bêbado que precisamos carregá-lo para o andar de cima, onde ficava seu quarto”.

“Ele me chamou e disse que queria falar comigo, mas pegou a minha mão e enfiou a sua língua na minha garganta. Minha amiga estava no quarto ao lado. Ele tentou fazer com que eu o tocasse. Eu mandei ele se afastar e consegui fugir dele”.

“Entrei no carro com a minha amiga e simplesmente desabei. Ela perguntou o que havia acontecido e eu contei tudo a ela. Ela disse que eu deveria voltar e gravá-lo, então eu fiz isso”.

Filha coloca na cadeia pai que a estuprou por 20 anos após gravar sua confissão

Chuva não impediu que manifestantes tomassem parte da Avenida Paulista para protestar contra o presidente Michel Temer, em São Paulo (SP)


Diversas cidades brasileiras tiveram neste domingo (21) manifestações contra o presidente Michel Temer e a favor da convocação de eleições diretas. Os atos foram organizados por movimentos de esquerda e organizações sindicais e tiveram adesão bem abaixo da registrada em atos semelhantes que pediram a saída da ex-presidente Dilma Rousseff.

Manifestantes - em sua maioria vestidos de vermelho e munidos de cartazes e bandeiras sindicais - pediram a saída de Temer e a realização de eleições diretas e criticaram as reformas da Previdência e trabalhista. Além disso, alguns cartazes expressavam apoio a Dilma e outros pediam a volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao comando da nação.

Palco das maiores manifestações contra Dilma, São Paulo teve início de seu ato agendado para o fim de tarde na Avenida Paulista. A chuva que caía forte na capital paulista atrapalhou os planos dos organizadores, com a manifestação atraindo menos pessoas do que o esperado e se concentrando em frente ao Masp.

Com a chuva, muitos manifestantes buscaram abrigo sob as marquises do museu e da avenida. Com a desistência dos grupos anti-Dilma, como o Movimento Brasil Livre (MBL) e o Vem pra Rua, que havia feito uma convocação, mas a retirou alegando motivos de segurança, centrais sindicais, organizações de esquerda e movimentos sociais, como o MTST, marcaram presença.

A Força Sindical afirmou que o ato deste domingo é apenas uma preparação para a manifestação prevista para quarta-feira, em Brasília, contra as reformas da Previdência e trabalhista. "Vão ser 100 mil pessoas de diferentes centrais sindicais. Só a Força vai levar 20 mil pessoas de diversos locais do país. A chuva atrapalhou um pouco os protestos, mas os trabalhadores estão se preparando para ir a Brasília", disse o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, à Folha de S. Paulo.

Milhares em Belo Horizonte

A maior aglomeração popular aconteceu na capital de Minas Gerais, estado do ex-candidato presidencial Aécio Neves, que foi afastado do Senado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) após revelação de áudio em que pede 2 milhões de reais ao dono da JBS, Joesley Batista. Milhares de manifestantes se reuniram na Praça da Liberdade e seguiram em passeata até a Praça Sete de Setembro, no centro de Belo Horizonte.

O ato foi convocado pela Frente Brasil Popular, pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), além de outros movimentos sociais, estudantis e partidos de esquerda. A Polícia Militar não divulgou estimativa de presentes. Os organizadores divulgaram a presença de 50 mil pessoas. Além de Belo Horizonte, Minas Gerais teve protestos também em Juiz de Fora (cerca de mil pessoas) e Uberlândia (Polícia Militar estima 120 participantes).

Pouca participação no Rio

Números baixos foram registrados no Rio de Janeiro, onde cerca de cem manifestantes protestaram contra a corrupção nas areias da praia de Copacabana, na altura do hotel Copacabana Palace.

O ato organizado pelo Movimento Unificado dos Servidores Públicos do Estado (Muspe) pediu também a renúncia do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB). Outros alvos do protesto em Copacabana foram o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) e sua esposa Adriana Ancelmo. Um terceiro grupo de algumas dezenas de manifestantes caminhou até a casa do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), primeiro na linha sucessória em caso de saída de Temer.

Em Brasília, um grupo de cerca de 250 pessoas - estimativa da Polícia Militar - se reuniu em frente à Biblioteca Nacional, a poucos metros do início da Esplanada dos Ministérios. Boa parte dos manifestantes são membros de sindicatos e centrais sindicais, como a CUT. Também estavam presentes movimentos, como o Levante Popular da Juventude, e militantes do PT e do PCdoB.

Em Curitiba, a chuva atrapalhou a manifestação, que reuniu cerca de 250 pessoas no centro da cidade. Houve manifestações também em Belém (sem números divulgados), no entorno do Theatro da Paz, em Campo Grande (Polícia Militar estimou o grupo em 150 participantes), em Goiânia (sem estimativa - a Polícia Militar não esteve no local), em Manaus (cerca de 300 pessoas), em São Luís (Polícia Militar estimou 500 pessoas, mas organizadores falam em 3 mil), e em Natal (organizadores falam em 4 mil pessoas).

Manifestações em cidades brasileiras pedem saída de Temer

Valdinéia dos Santos Costa tentou desviar de um buraco localizado na rodovia MA-320 (Foto: Reprodução/TV Mirante)


Uma mulher identificada como Valdinéia dos Santos Costa, de 30 anos, morreu na quinta-feira (18) após tentar desviar de um buraco localizado na rodovia MA-320, entre os municípios de Santa Inês e Pindaré Mirim. Ela estava conduzindo uma motocicleta quando aconteceu o acidente que a vitimou.

Segundo testemunhas Valdinéia, que era costureira, ao se aproximar do buraco reduziu a velocidade da motocicleta que estava conduzindo e ao tentar desviar do obstáculo acabou batendo em outra motocicleta. Com o impacto, o capacete da vítima sacou e ela caiu de cabeça no asfalto.

Valdinéia dos Santos ainda chegou a ser socorrida pelo o Corpo de Bombeiros e recebeu os primeiros atendimentos no Hospital Municipal de Santa Inês. Ela sofreu traumatismo craniano e em estado grave foi transferida para o Hospital Macrorregional Tomás Martins, no entanto morreu três horas após ter dado entrada na unidade hospitalar.

O corpo da costureira foi velado na casa onde ela morava com uma irmã e a sua filha de apenas seis anos em Pindaré. O irmão de Valdinéia dos Santos Costa diz que a família não se conforma com a morte dela. “É terrível e eu não desejo ninguém passar o que eu estou passando, que a minha família está passando que é perder uma mãe, uma irmã e que deixou uma criança de seis anos. A gente não sabe como lidar com essa situação. A gente vai vivendo cada dia. Eu estou sentindo uma dor imensa”, desabafou.

Mulher morre em acidente ao tentar desviar de buraco no Maranhão

Fuga em Pedrinhas: Seis detentos foram recapturados, 24 permanecem foragidos


A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) informou por meio de nota que na fuga de ontem (21), na Unidade Prisional de Ressocialização de São Luís 6 (UPSL 6), antigo CDP, seis detentos foram recapturados, 24 permanecem foragidos e dois internos morreram em confronto com a Polícia. 

A fuga ocorreu depois que parte do muro da unidade prisional foi explodido pelo lado de fora, por pessoas ainda não identificadas, e detentos de duas celas do Pavilhão Gama, que serraram as grades e conseguiram passar pelo buraco causado pela explosão.

Após troca de tiros entre bandidos e agentes penitenciários do Geop de plantão, dois internos vieram a óbito, um no local e outro no hospital. Policiais civis e militares também foram acionados, e seguem a procura dos fugitivos.

Ainda por meio de nota a gestão prisional ressalta que, por estar separada do Complexo Penitenciário de São Luís, a UPSL 6 é a única unidade prisional masculina que ainda não dispõe de Portaria Unificada e inspeção por BodyScan, a exemplo das demais que compõe o complexo carcerário.

Investigação

O caso é investigado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), por meio do Departamento de Combate ao Crime Organizado (DCCO) da Superintendência de Estado de Investigações Criminais (Seic), que terá 30 dias para a conclusão do inquérito policial.

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Fuga em Pedrinhas: Seis detentos foram recapturados, 24 permanecem foragidos

Justiça determina que Lucas Porto se submeta a uma avaliação mental

O juiz titular da 4ª Vara do Tribunal do Júri, José Ribamar Goulart Junior, determinou que o acusado Lucas Leite Ribeiro Porto seja submetido a exame de avaliação mental, a ser realizado por peritos psiquiatras do Hospital Nina Rodrigues.

A decisão resultou de pedido dos advogados da defesa, durante audiência de instrução, realizada na quinta-feira (18), no salão de julgamento do 4º Tribunal do Júri, que colheu o depoimento da última testemunha que restava ser ouvida no processo. Foram expedidas cartas precatórias para ouvir outras duas testemunhas.

A defesa de Lucas Porto instruiu o pedido de laudo psiquiátrico com base no Artigo 49 do Código de Processo Penal, que diz que “quando houver dúvidas sobre a integridade mental do acusado, o juiz ordenará (…) seja este submetido a exame médico-legal”. O promotor de justiça Gilberto Câmara França Júnior reconheceu o direito do acusado de ser submetido a este procedimento e se manifestou pelo acolhimento.

Ao instaurar o incidente de insanidade mental, o magistrado formulou alguns quesitos para a avaliação psiquiátrica: 1 – O acusado era, ao tempo do crime, doente mental ou portador de desenvolvimento mental incompleto ou retardado? 2 – Em caso positivo, era inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com este entendimento? O incidente de insanidade mental deixa suspensa a ação penal até a conclusão do laudo médico, sem prejuízo do cumprimento das cartas precatórias, já expedidas e as diligências no procedimento de quebra de sigilo de dados telefônicos.

Lucas Leite Ribeiro Porto é acusado de estuprar e matar, por asfixia, Mariana Menezes de Araújo Costa Pinto, cunhada dele. Conforme a denúncia, os crimes ocorreram no dia 13 de novembro de 2016, entre as 15h14 e 15h54, no apartamento da vítima, no Edifício Garvey Park, bairro do Turu.

Informações TJMA Via SuaCidade.com

Justiça determina que Lucas Porto se submeta a uma avaliação mental


Um homem que até o momento não foi identificado, foi linchado por populares no bairro Cidade Operária. O fato foi registrado na noite deste domingo (21).

De acordo com informações da polícia, o homem é suspeito de assaltar um morador. Com ele foi encontrado o celular da vítima.

Suspeito de assalto é linchado por moradores



A Polícia Militar prendeu, no último sábado (20), no residencial Paraíso, em São Luís, Antônia Rayara da Silva, conhecida como “Mario”, acusada de tráfico de drogas. Uma denúncia anônima levou os policiais ao local e lá encontraram “Mario” embalando petecas de crack.

“Mario” alegou que comprou a droga por R$ 150,00 para revender. Na casa dela a polícia apreendeu 13 petecas de crack; R$ 100,00, três relógios, um tablet, celular e material para embalar a droga.

Mulher é presa por tráfico de drogas no residencial Paraíso, em SL

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