O dono de uma papelaria foi alvejado com três tiros na tarde desta quarta-feira (28) na avenida Thales Neto, no bairro João de Deus, em São Luís.

De acordo com informações do 1º Batalhão da Polícia Militar, Valdemiro Lopes Santos, 45 anos, foi abordado por homens em um veículo Chevrolet Celta de cor preta. A vítima não tem passagem pela polícia, o caso segue sob investigação.

Valdemiro foi encaminhado para o hospital Clementino Moura, o Socorrão II. O estado de saúde é delicado, mas estável. A Polícia Militar não confirma se há uma bala alojada no crânio da vítima, que também foi atingida na boca e orelha.
Bombeiros procuram homem desaparecido no rio Pinheiros Foto: Rodolfo Guilherme Ramiro da Silva  / vc repórter

Do Terra

De acordo com os bombeiros, as buscas começaram na última terça-feira. Os agentes informaram que a operação durou “praticamente o dia inteiro” e se estendeu para o início da madrugada. Como o córrego desagua no rio Pinheiros, a corporação enviou uma equipe ao local para procurar a vítima.

Nesta quarta-feira, as buscas foram retomadas por volta das 8h e, até as 16h45, continuavam em andamento. Ainda sem sucesso na operação, o Corpo de Bombeiros diz não ter qualquer informação a respeito do homem desaparecido, mas reforçou que os agentes sempre têm a vontade de encontrar as vítimas com vida.







Juiz Sérgio Moro


A matéria publicada hoje, dia 27, pela Folha de S.Paulo sobre a delação do doleiro Alberto Youssef à Polícia Federal, que afirmou ter efetuado pagamento de propina ao ex-chefe da Casa Civil do Governo Roseana, João Abreu, trouxe à tona grandes questionamentos.

O primeiro e mais grave é que na reportagem diz que o “juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato, autorizou o compartilhamento do depoimento de Youssef e outras provas sobre o precatório com o atual governo do Maranhão, do governador Flávio Dino (PCdoB)”.

Como um processo que, pelos valores e gravidade que envolve ‘peixe grande’, está sob sigilo, ou deveria estar, é compartilhado com o adversário político n°1 dos envolvidos no caso [Roseana Sarney e seus auxiliares]?

Que Alberto Youssef furtou milhões para se beneficiar e aos seus padrinhos políticos, está claro. Mas o critério do juiz Sergio Moro ter liberado provas para um ex-juiz federal e colega de toga, governador Flávio Dino, que foi publicada e transformado em matéria prima política, sob o patrocínio do Judiciário, é um verdadeiro escândalo.

Governador Flávio DinoOutro questionamento é o fato do doleiro ter percebido“que seria preso – após retornar uma ligação que descobriu ser de policiais federais do Paraná”, e ainda levar R$ 1,4 milhão ao quarto de um emissário do ex-secretário de Roseana Sarney e depois “retornou ao quarto e ficou esperando a polícia chegar”.

Como é que uma pessoa descobre que vai ser presa pela PF, ainda tem sangue frio para realizar o pagamento de uma propina milionária a um integrante do alto escalão do governo Roseana Sarney?

Esse “furos coletivos” de reportagem da Folha só ocorrem quando acontece, também, uma armação inconfessável, embora evidente a qualquer pessoa decente. Ainda mais quando um juiz sustenta que aquilo corre sob sigilo.
Alberto Youssef

Do G1, em Brasília Via Blog do Djalma Rodrigues
O doleiro Alberto Youssef afirmou em depoimento prestado em novembro do ano passado à Polícia Federal (PF) no âmbito da Operação Lava Jato, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro que teria causado desvios da Petrobras, que em 2013 a empresa UTC/Constran pagou R$ 10 milhões em “comissão” para “adiantar” o pagamento de um precatório.

Segundo o doleiro, dessa quantia, R$ 3 milhões teriam sido repassados para o então chefe da Casa Civil do Maranhão, João Abreu, e R$ 4 milhões ficaram com o próprio Youssef. No depoimento, ele não informou o que foi feito com os outros R$ 3 milhões pagos pela UTC/Constran.

Em nota, a UTC/Constran negou ter sido beneficiada com “antecipação de pagamento no Maranhão”. De acordo com a nota, “com o propósito de encerrar uma discussão e evitar mais protelamento, a empresa concordou com uma proposta apresentada pelo gestor público” (leia íntegra da nota ao final desta reportagem). João Abreu não tinha sido localizado até a última atualização desta reportagem.

De acordo com Youssef, Abreu recebeu o pagamento em três parcelas. Uma delas, no valor de R$ 1,4 milhão, foi paga pelo próprio doleiro no dia em foi preso pela PF em março do ano passado, quando foi deflagrada a Lava Jato.

O doleiro afirmou que outras duas parcelas no valor de R$ 800 mil foram entregues a Abreu em janeiro e fevereiro do ano passado por Adarico Negromonte e Rafael Ângulo, apontados pela PF como emissários de Youssef.

Youssef afirmou ainda que o acordo não foi ilegal, mas sim, um “gesto de boa-vontade” de Abreu, já que, segundo o doleiro, “era interesse do Estado quitar o precatório”. Questionado se o chefe da Casa Civil teria “autoridade” para realizar essa operação, Youssef disse não ter conhecimento se a governadora do Maranhão à época, Roseana Sarney, foi consultada sobre o assunto.

O depoimento foi disponibilizado pelo juiz federal Sérgio Moro nesta terça-feira (27) no andamento processual da Operação Lava Jato, que investiga um esquema de pagamentos de propinas e lavagem de dinheiro, que segundo o Ministério Público Federal (MPF), teria movimentado cerca de R$ 10 bilhões e causou desvio de recursos da Petrobras. 

Youssef é apontado pelo PF e o MPF como chefe do esquema.

O magistrado também autorizou o compartilhamento de “provas”, que segundo ele, “conferem alguma credibilidade” ao depoimento de Youssef, entre elas emails trocados pela UTC/Constran e o doleiro e relatórios da PF sobre o caso.

Precatórios são títulos de dívidas que o governo emite para pagar quem ganha na Justiça processos contra o poder público. No caso da UTC/Constran, o valor do precatório era de R$ 113 milhões. Segundo Youssef, após a “comissão”, foi firmado um acordo judicial entre a empresa e o Estado do Maranhão para o pagamento do precatório em 24 parcelas.

No depoimento, Youssef afirmou ainda ter conhecimento de que o Banespa (atual Santander) fez um acordo com o governo do Maranhão “nos mesmos moldes” da UTC/Constran. O doleiro, no entanto, disse não saber se houve pagamento de comissões no caso.

Caso

Em agosto do ano passado, a ex-contadora de Youssef, Meire Poza já havia confirmado em depoimento à PF que Youssef pagou propina ao governo do Maranhão, em troca do recebimento de precatórios para a UTC/Constran.

De acordo com Poza, após o pagamento da propina, que teria chegado a R$ 6 milhões, o governo do Maranhão começou a liberar os recursos dos precatórios para a empresa. Pela intermediação, Youssef teria recebido, segundo a contadora, cerca de R$ 12 milhões.

Nota da UTC

Leia abaixo a nota da UTC/Constran:
NOTA A IMPRENSA

A Constran não foi beneficiada por nenhuma antecipação de pagamento no Maranhão. Como primeira na fila dos precatórios do Estado, teria direito a receber o valor integral da dívida à vista. Dívida essa gerada por obras rodoviárias executadas nos anos 80. Em 1993, a Constran entrou na Justiça. Em 2010, a dívida do governo virou um precatório por decisão do Poder Judiciário. Em 2013, quase três décadas após a realização da obra, e quando a Constran era a primeira da fila dos precatórios, o governo do Estado do Maranhão propôs pagar o valor devido parcelado em 24 meses, sem juros e sem correção. Com o propósito de encerrar uma discussão e evitar mais proletamento, a empresa concordou com uma proposta apresentada pelo gestor público. Como é de conhecimento público, é impossível furar a fila do pagamento dos precatórios.
Alberto Youssef afirmou ter intermediado o pagamento de 3 milhões de reais em propina ao ex-Chefe da Casa Civil do governo de Roseana Sarney, João de Abreu. Governadora está na mira de juiz da Operação Lava Jato.


A Secretaria de Transparência e Controle do Estado do Maranhão decidiu interromper o pagamento do superprecatório das empreiteiras do cartel alvo da Operação Lava Jato. Em ofício à Justiça Federal no Paraná, o órgão pediu compartilhamento das informações referentes às supostas irregularidades cometidas pelo governo de Roseana Sarney (PMDB) – que deixou o cargo 21 dias antes do fim de sua gestão, em dezembro do ano passado alegando problemas de saúde – “no que diz respeito à irregular quitação de um precatório devido à empresa UTC/Constran”

“É importante ressaltar a urgente necessidade do Estado do Maranhão de ter acesso as informações e documentos pretendidos de forma a não apenas se promover a responsabilização funcional dos servidores supostamente envolvidos, como também para evitar novos pagamentos do acordo objeto de investigação e, especialmente, para tentar recuperar para o erário estadual os valores possivelmente desfalcados, que supera os R$ 4 milhões”, registra a Secretaria de Transparência do governo do Maranhão, hoje sob gestão de Flávio Dino (PCdoB) – que derrotou Edison Lobão Filho (PMDB), candidato da família Sarney.


Ao autorizar o compartilhamento dos documentos, o juiz federal Sérgio Moro, que conduz os processos da Lava Jato, ressaltou que Roseana não desfruta mais de foro privilegiado. “Referida pessoa não mais ocupa o cargo governadora, não mais detendo, portanto, foro por prerrogativa de função”, afirma o magistrado.


Em sua decisão, em que anexou parte da delação premiada do doleiro Alberto Youssef, o juiz afirma que no termo de declarações 51 “há descrição do fato, com a afirmação de que o pagamento do precatório foi viabilizado mediante pagamento de propina a João Abreu, na época Chefe da Casa Civil do Estado do Maranhão”.


O magistrado ressalta a importância de se fazer novas apurações sobre os fatos narrados por Youssef, “sendo necessário provas que corroborem a palavra do criminoso colaborador”, no entanto elencou três documentos da Lava Jato “que, prima facie, conferem alguma credibilidade ao declarado”.


Moro afirma ainda que o compartilhamento dos dados poderá servir tanto ao governo do Maranhão como à Justiça Estadual do Maranhão.


“Nessas condições e para evitar o pagamento de novos recursos públicos à empresa UTC/Constran pelo acordo eivado de suspeita, defiro, exclusivamente para fins cíveis e administrativos, o compartilhamento das provas com a Secretaria de Transparência e Controle do Estado do Maranhão, bem como para fins de instrução da ação popular 22918-54.2014.81.00001.”


Além de compartilhar as provas colhidas pela força-tarefa da Lava Jato com autoridades maranhenses, o juiz federal Sergio Moro informou que aguarda “devolução da Sindicância 431/DF do Superior Tribunal de Justiça para novos encaminhamentos para fins de instauração da investigação criminal”.
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Mais um acidente de trânsito com vítima fatal, foi registrado na cidade de Picos. Apenas 20 dias depois da colisão frontal, entre uma S10 e um micro-ônibus, que resultou na morte do veterinário, Jassan Sousa Silva, de 24 anos, uma jovem perdeu a vida em uma batida envolvendo uma Toyota Hilux SW4 e um Fiat Idea. O acidente aconteceu na BR 316, na altura povoado Morrinhos, na madrugada desta terça-feira (27).

Informações preliminares dão conta que a Hilux era pilotada Antônio Barbosa de Sousa e que mais quatro pessoas estavam no veículo. Eles vinham da cidade de Santa Inês, no Estado do Maranhão, com destino a Lagarto, no Sergipe. Já o Idea, também com cinco ocupantes, trafegava do município de Campo Grande do Piauí, onde o grupo teria participado de uma festa, com a destino a Picos. Os dois veículos colidiram frontalmente na altura do Aterro Sanitário.

Com a colisão uma ocupante do Idea veio a óbito no local do acidente. A mesma foi identificada como sendo a funcionária de uma escola do colégio Machado de Assis de Picos, de nome Jéssica Paula Leal. O irmão da mesma, identificado como Jonh McDonald Leal Almondes, sofreu diversos ferimentos e foi levado pelo SAMU em estado grave para o Hospital Regional Justino Luz.
Foto 1 Nael Reis Reuniao governador com prefeitos (1)


Fã da ex-governadora Roseana Sarney(PMDB), a prefeita do município de Satubinha, Dulce Maciel Pinto da Cunha(PV), fez questão de vestir-se lembrando o look da filha de José Sarney e posar na foto oficial ao lado de colegas gestores e do governador Flávio Dino, na tarde desta segunda-feira 26/01, durante encontro de apresentação do conjunto de ações do Plano de Ação ‘Mais IDH’ no Palácio dos Leões. Tudo lembrava a ex-governadora, do cabelo a ponta do sapato!
Secretário Ricardo Murad


O ex-secretário de Saúde do Estado, Ricardo Murad (PMDB), utilizou mais uma vez sua rede social para disparar contra o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB).

Murad criticou Dino pelo salário que pagará aos professores, que forem contratos através do seletivo que será realizado pelo Governo do Estado.

Segundo Ricardo, Flávio pagará um “salário ridículo” aos educadores. E disparou: “Era isso que ele tanto criticava. Governo do novo e da mudança. Coisa feia”.

De acordo com o edital do processo seletivo, os professores graduados receberão R$ 950,00 e os que estão cursando com mais de 50% da carga horária completada irão receber R$ 725,00. A seleção será por análise de currículos.


Na manhã desta segunda-feira (26/01), por volta das 06h, uma técnica de enfermagem que trabalhava como operadora de telemarketing identificada como Ariane de Sousa Santos, de 26 anos, foi assassinada a tiros após reagir a um assalto em uma parada de ônibus no bairro Porto Alegre, na zona Sul de Teresina. Segundo informações, a vítima tinha um filho de cinco anos e estava indo para o seu 2° dia de treinamento na empresa.

Uma testemunha do ocorrido declarou. “Ela não reagiu, o que ela fez foi correr, e eles foram atrás e matou. Aqui está demais, você não tem mais sossego nem fora e nem dentro de casa”, disse.

"O pai dela viajava e mandava eu ir na casa dela, ver como ela estava, eu não acredito nisso”, dizia um amigo da vítima em desespero.

A irmã de Ariane está revoltada com o crime. “Eu não tenho nem palavras por que tirar a vida de uma pessoa por conta de um celular, ela estava cheia de sonhos, tinha feito um curso de capacitação, estava no segundo dia de treinamento. A vida não vale mais nada”, disse.