sexta-feira, 22 de junho de 2018

Uma perícia nos patins encontrados junto com o corpo da menina Vitória Gabrielly Guimarães Vaz, de 12 anos, identificou duas impressões digitais, que agora serão encaminhadas ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil de São Paulo, que investiga o caso.

A informação foi confirmada a VEJA pelo advogado Jair Coneglian, defensor de um casal que chegou a ser considerado suspeito. Coneglian informou que seus clientes deixaram impressões digitais em uma delegacia de Sorocaba (SP) nesta segunda-feira 18, e que foram convocados para fornecer material genético ao Instituto Médico-Legal (IML), para comparação.

Os dois foram envolvidos no caso por uma terceira pessoa, um servente de pedreiro também suspeito e preso. Em uma das versões que ele deu à polícia, o homem citou o casal — liberado após depoimento.

“O rapaz trabalhou com meu cliente em uma obra. Meu cliente não conhecia a Vitória, nem mesmo a cidade de Araçariguama [onde a menina desapareceu]. Ele depôs por mais de quatro horas e, nesse tempo, deu mais de dez versões, mencionando meu cliente em uma delas. Acredito que tenha de ser feito um exame de sanidade”, afirmou o defensor.

Durante oito dias, os moradores de Araçariguama se engajaram nas buscas pela menina, que havia desaparecido no dia 8, enquanto andava na rua de patins em direção à escola em que estudava. Cartazes foram espalhados pela cidade e folhetos foram distribuídos em postos da rodovia. O corpo foi encontrado em uma estrada de terra, ao lado dos patins, no início da tarde de sábado 16.

Perícia encontra digitais nos patins de menina morta

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Local do acidente que vitimou menino de 11 anos em Mojuí dos Campos (Foto: Divulgação/PM)

Um menino de 11 anos morreu ao ser atropelado por um caminhão pipa em Mojuí dos Campos, no oeste do Pará. Segundo a Polícia Militar (PM), o acidente aconteceu por volta de 12h desta quinta-feira (21), na área central do município. O veículo envolvido pertence ao governo.

Ainda segundo a PM, Ítalo Melo Aragão havia saído da escola e voltava para casa. Ele seguia de bicicleta pela travessa Haroldo Veloso, quando atravessou a pista e foi atingindo em cheio pelo caminhão, no cruzamento com a rua José Macêdo. Testemunhas disseram que a bicicleta não tinha freios.

A PM informou também que o motorista ainda parou para prestar socorro, mas quando viu, o menino já estava morto. Uma das rodas do carro atingiu a cabeça da vítima. A bicicleta ficou amassada. Populares usaram um lençol branco para cobrir o corpo.

As circunstâncias do acidente estão sendo apuradas, tanto pela PM, quanto pela Polícia Civil de Mojuí dos Campos. O corpo será removido para Santarém por uma equipe do Centro de Perícias Renato Chaves (CPC), onde deve passar por necropsia.

Esse é o segundo atropelamento em menos de uma semana em Mojuí. Na segunda-feira (18), um menino de 7 anos e a irmã dele, de 17, foram atropelados por uma caminhonete quando seguiam pela PA-431. Nadson Ferreira morreu na hora e Nádia Ferreira segue internada.

Menino morre atropelado por caminhão pipa ao voltar de escola em Mojuí dos Campos

Depois que o vídeo em que aparece pedindo para torcedoras estrangeiras repetirem frases de conotação sexual em português viralizou nas redes sociais, Felipe Wilson foi demitido pela companhia aérea Latam, onde trabalhava como supervisor. Em entrevista ao UOL Esporte, o brasileiro continuou tratando o assédio como “brincadeira”, mas afirmou que está “muito arrependido” de sua atitude.

“Não esperava que um momento de descontração tomasse tamanha proporção negativa em minha vida. Este tipo de atitude não pertence a minha conduta. Estou tendo o apoio de amigos e familiares para que esta situação termine o mais rápido possível. Peço desculpas aos ofendidos, em especial à sociedade russa”, disse o torcedor.

Wilson preferiu não fazer comentários a respeito da demissão. Ele disse que o vídeo foi gravado em “clima de brincadeira” e que teve a “infelicidade”de pronunciar palavras impróprias. “Todas as atitudes do vídeo foram feitas por livre e espontânea vontade de ambas as partes de maneira descontraída como uma brincadeira, em nenhum momento elas foram coagidas a fazer algo que não quisessem”, explicou Wilson.

No vídeo em que Wilson aparece ao lado de outro homem, as estrangeiras repetem a frase: “Eu quero dar a b… para vocês”. Após a repercussão, a Latam decidiu demitir o funcionário.

“A LATAM Airlines Brasil repudia veementemente qualquer tipo de ofensa ou prática discriminatória e reforça que qualquer opinião que contrarie o respeito não reflete os valores e os princípios da empresa. A partir deste pressuposto, a companhia informa que tomou as medidas cabíveis, conforme seu código de ética e conduta”, escreveu a empresa em nota oficial.

Brasileiro demitido pela Latam após assédio se diz arrependido

Momento do 'minuto de silêncio'
A derrota da seleção argentina diante da Croácia por 3 x 0 abalou tanto os torcedores do país que um programa de TV resolveu fazer um 'minuto de silêncio'.

Ao início do programa esportivo No Todo Pasa, do canal TyC Sports, o apresentador Diego Díaz e os comentaristas presentes permaneceram em silêncio, em posição semelhante à que se faz em momentos de luto.

"A verdade é que hoje a seleção está morta. Neste momento, o selecionado argentino está morto. Estão dormindo e estão mortos. A seleção argentina morreu a partir do momento em que Caballero errou e a Croácia se pôs em vantagem. Se acabaram as respostas. Não houve coragem. Não houve valentia. Não houve rebeldia. Não houve futebol. Não houve nada. Nada do que estamos acostumados a ver na história da seleção nacional", explicou o apresentador, em um desabafo.

Recentemente, o apresentador Diego Díaz também chamou atenção do público ao fazer, no programa, um discurso de despedida para seu pai, que morreu durante o período em que está na Rússia, participando da cobertura do mundial. 

Confira o momento do programa abaixo:


TV argentina faz minuto de silêncio por 'morte' de seleção

Acusado de assassinar delegado em São Luís é preso no Pará
Máximo Moura Lima, de 54 anos foi preso em Belém durante uma operação da Polícia Civil, por meio da Superintendência de Investigações Criminais (Seic). 

Segundo informações da polícia, Máximo Lima é natural do Pará e acusado de participar do assassinato de Stenio Mendonça, que era delegado da Polícia Civil. O crime aconteceu no ano de 1997, na Avenida Litorânea, São Luís. A vitima foi atingida por disparos de arma de fogo.

Ainda de acordo com a polícia, o acusado foi condenado há 29 anos e nove meses de prisão pela 2º Vara do Tribunal do Júri só no Estado do Maranhão.

Após a prisão foi encaminhado para o Sistema Penitenciário de São Luís, onde deverá cumprir a pena.

Acusado de assassinar delegado em São Luís é preso no Pará

Polícia efetuou treze prisões de pessoas suspeitas de fraudar concurso no Tocantins (Foto: Divulgação/Polícia Civil)
Polícia Civil do Estado do Maranhão, atrávés das Delegacias de Santa Inês e Zé Doca, deflagraram nesta quinta-feira (21) a "Operação Aleteia", coordenada pela Polícia Civil do Tocantins. A polícia busca dar cumprimento a mandados de busca e prisão expedidos em decorrência de investigações que apontam uma fraude realizada por candidatos no concurso da Polícia Militar do Estado do Tocantins.


De acordo com a polícia, Antonio já havia sido preso no Maranhão por outras fraudes, sendo considerada a pessoa que faz as provas e repassa gabaritos a outros candidatos. Ele já obteve mais de 30 aprovaçōes em certames públicos. Confira abaixo as prisões.


Em Santa Inês e Pindaré Mirim:

Wylmerson Rubem dos Santos Silva
Mailson de Paiva Vieira
Renner Ferreira Moraes Mendes
Luís Fernando Melo Nascimento
Flaviania Silva Furtado
Jhonata Araújo Cantuario

Em Teresina:

Antônio Ferreira Lima Sobrinho
Aline Oliveira Santana
Gabriela Oliveira de Santana

Em São Luís:

Dionatan Soares Belfort

Em Zé Doca:

Fernandes da Silva Souza
Abimael Silva Almeida
Hagaer da Silva Lima

De acordo com o delegado que comanda a operação no Maranhão, Ederson Martins, a polícia ainda não encerrou as buscas e novas prisões poderão ser realizadas ao longo do dia. Os presos desta manhã serão encaminhados para Tocantins.

"Eles vão todos para o Tocantins, a princípio para a delegacia de Araguaína, porque é uma prisão temporária com fins de investigação, inclusive os de Teresina. Se vai ter ou não a manutenção da temporária vai depender do judiciário de lá", afirmou o delegado.

Investigação

As provas do concurso da Polícia Militar do Tocantins foram aplicadas no dia 11 de março para mais de 80 mil inscritos. Porém, o concurso foi suspenso pela Justiça até o fim do processo eleitoral para escolha de um governador tampão.

A polícia começou a investigar fraude no concurso da Polícia Militar do Tocantins depois que um aparelho celular foi encontrado no banheiro de um dos locais de provas em Araguaína.

Polícia prende no Maranhão e Piauí 13 suspeitos integrar grupo que fraudava concurso no Tocantins


Spartacus da Silva Melo foi preso na manhã desta quinta-feira (21), em cumprimento ao mandando de busca e apreensão expedido pela Comarca do município de Maracaçume (MA).
Em sua residência localizada na cidade Amapá do Maranhão, a polícia encontrou duas pistolas, um revólver e uma quantia de R$ 160 mil. Um veículo de luxo de procedência duvidosa, também foi apreendido.

A prisão em flagrante foi realizada pela equipe da 8ª DRP de Zé Doca.

Homem é preso com armas e 160 mil reais em dinheiro

Polícia Militar apreende 60 kg de maconha em Buriticupu
Uma operação da Polícia Militar apreendeu 60 kg de maconha prensada, no fim de tarde dessa quinta-feira (21), no bairro Terra Bela, no município de Buriticupu (395 km de São Luís).

De acordo com a PM, Valdemir de Sousa Costa e Francinete de Sousa Costa foram presos com a droga. Um adolescente de 17 anos também foi apreendido com o casal.

Além da maconha, foram apreendidos sacos plásticos utilizados para empacotar as drogas, cinco aparelhos celulares smartphones, um tablete, um notebook e vários documentos pessoais.

Ainda segundo informações, a droga estava sendo vendida em torno de R$ 250,00, somando uma quantia total de aproximadamente R$ 15 mil reais.

Polícia Militar apreende 60 kg de maconha em Buriticupu

Por André Azeredo, SP2
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As primeiras provas colhidas por peritos do Instituto de Criminalística (IC) da polícia de São Paulo indicam que a adolescente Vitória Gabrielly foi morta por asfixia e não por estrangulamento.

Vitória tinha uma meia na boca, o que indica morte por asfixia. O Instituto de Criminalística investiga se essa meia tinha algum produto químico que possa ter induzido ou acelerado a morte, e também busca material de DNA nas cordas e nas roupas.

O corpo da jovem estava amarrado a uma árvore. Uma pessoa cortou as cordas antes da polícia chegar. Ela tinha marcas nos tornozelos e nos punhos e não tinha sinais de estrangulamento nem de abuso sexual.

A investigação também tenta localizar, através das estações rádio base, celulares que foram usados ou que estiveram na região onde o corpo foi encontrado. Além disso, a Polícia Civil analisa mais de 300 horas de gravações de câmeras de segurança para tentar identificar o carro usado no crime.

Inestigadores do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) estão reforçando a apuração, conduzida pelas delegacias de Araçariguama e de Sorocaba.

Desaparecimento e morte

Vitória Gabrielly Guimarães Vaz, de 12 anos, foi encontrada morta no dia 16 de junho, em uma estrada de terra em Araçariguama, no interior do estado, oito dias após desaparecer.

As buscas mobilizaram moradores de Araçariguama e cidades vizinhas. Equipes das polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal e Comando de Operações Especiais (COE) percorreram áreas de mata até a Represa de Itupararanga.

Também foram feitas buscas em São Roque e em Mairinque, nos locais apontados por um suspeito. Ele teve a prisão decretada após apresentar seis versões diferentes sobre o desaparecimento da menina.

Caso Vitória: perícia indica que menina morreu por asfixia

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