domingo, 22 de abril de 2018

Foto: Nelson Jr./SCO/STF

Em outubro de 2013, o então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, foi sabatinado ao final da Conferência Global de Jornalismo Investigativo, no Rio de Janeiro. Barbosa era uma celebridade: o juiz destemido que, mesmo indicado por Lula, detonou o mensalão petista. Um “Batman” com dor nas costas (lembra dele em pé durante os julgamentos?), o cara que deu de dedo em Gilmar Mendes (“eu não sou um dos seus capangas do Mato Grosso”).

Naquele dia, Barbosa abriu pela primeira vez a possibilidade de ingressar na carreira política. Sinalizou que teria tempo para “refletir” sobre isso após se aposentar do cargo de ministro, o que ocorreu menos de um ano depois. “Sempre tive uma carreira técnica, nunca tive nenhuma mudança, nem envolvimento mesmo estudantil. Agora, no dia que eu deixar o STF, como entrei ainda relativamente jovem, terei tempo para refletir. Mas só depois”, afirmou.

Para quem não lembra, Barbosa já era listado em pesquisas presidenciais. Em agosto de 2013, o Datafolha apontava que o então ministro tinha 11% das intenções de voto, em um cenário com Dilma (33%), Marina (22%), Aécio Neves (12%) e Eduardo Campos (6%). Todos sabemos como essa história acabou: Barbosa sumiu do mapa, Dilma e Aécio polarizaram a campanha e o país se meteu no buraco em que está.

Após fazer críticas ao modelo político brasileiro, Barbosa cobrou a realização de uma reforma política que permitisse a apresentação de candidaturas avulsas. E confirmou não ter nenhuma simpatia pelos então pré-candidatos. “Acho que o quadro político-partidário do Brasil não me agrada nem um pouco. Nem um pouco.”

Barbosa dava toda a letra de que queria ser candidato, mas não estava disposto a enfrentar a imundície partidária. Fazia e ainda faz muito sentido. Luciano Huck, mesmo com as bênçãos de Fernando Henrique Cardoso, enfrentou o mesmo problema e preferiu correr da raia.

Algo semelhante ocorre com Jair Bolsonaro, um peixe fora d’água no PP que sofreu nas mãos de caciques nanicos do PEN/Patriota e acabou no modesto Partido Social Liberal (Existe Social Liberal?) para ter legenda. Barbosa topou o risco de mergulhar em uma piscina turva ao se filiar ao PSB. O capítulo atual da novela é saber se conseguirá sobreviver ao ambiente interno para ser candidato.

Nesta quinta-feira (19), ocorre o primeiro contato com a cúpula do partido, que também abrigou transitoriamente Marina Silva em 2014. Conviver com esse ambiente de micropoder da velha política é como um vestibular para que ele mesmo descubra se tem algum talento para as grandes negociações com o Congresso. Barbosa teve quatro anos para treinar o estômago para essa tarefa indigesta – resta saber a cara que ele vai fazer quando o prato do dia for servido.


Se quiser participar das eleições do ano que vem, Barbosa precisa estar filiado a um partido político até seis meses antes do pleito, marcado para o dia 5 de outubro.

Joaquim Barbosa: novela do ‘Batman’ presidenciável está no ar desde 2013. Vai acabar?

A oferta de atendimento de operadoras de telefonia a áreas mais afastadas do Brasil sempre enfrentou impedimentos relacionados, entre outros problemas, à disponibilidade de sinal. Para resolver isso, a Anatel permitiu o compartilhamento da rede da TIM e Vivo para atender a áreas rurais.

A Agência Nacional de Telecomunicações publicou no dia de hoje, 20 de abril, as outorgas da Telefônica, responsável pela Vivo, de radiofrequências associadas ao servi;o móvel já solicitada para a TIM. Elas fazem parte de um contrato de compartilhamento, previsto no edital de faixas de 450 MHz e 2,5 GHz. Da mesma forma, a TIM poderá utilizar a rede já instalada da Vivo para alcançar mais clientes em áreas afastadas.

A ideia é que o compartilhamento permita, além do serviço de telefonia móvel, também o atendimento com telefonia fixa. As frequências que serão usadas estão nas faixas 800 MHz, 1,9 GHz e 2,1 GHz. As autorizações são válidas até novembro de 2020, mesma data de validade do acordo de compartilhamento de rede.

Recentemente, a TIM anunciou a expansão da sua internet de banda larga por fibra ótica. O anúncio feito após a Vivo anunciar a ampliação da sua rede de fibra ótica pelo interior do estado de SP.

Chegando mais longe: TIM e Vivo vão compartilhar sinal para atender áreas rurais

Deputado estadual do Maranhão Raimundo Cutrim (PCdoB)
O policial militar Fernando Paiva Moraes Júnior afirmou, em depoimento à Justiça Federal do Maranhão, que foi coagido a fazer delação premiada e envolver em irregularidades o deputado estadual Raimundo Cutrim (PCdoB).

Ele está preso preventivamente desde fevereiro, alvo de operação que mira contrabando de armas, cigarros e bebidas à capital São Luiz.

De acordo com Paiva, o secretário de Segurança Pública do governo Flávio Dino, Jefferson Portela (PCdoB), teria tentado induzi-lo a mentir em colaboração com as autoridades em reunião no Ministério Público Federal, sem a presença de seus advogados. Ele moveu uma queixa crime contra o chefe da pasta.

O depoimento do soldado representa mais uma etapa de crise que se instaurou no alto escalão da Segurança Pública do Maranhão nesta semana.

Na sexta-feira, 20, conforme publicou o jornal O Estado de S. Paulo, foram revelados documentos internos da polícia que revelam a existência de determinações para que todos os batalhões da PM espionassem opositores políticos no âmbito das eleições de 2018.

No início do depoimento, Paiva dispensa auxílio da defensoria pública e constitui advogados. Logo em seguida, questionado sobre os termos de sua colaboração pelo juiz, relatou.

“Meritíssimo, eu fui coagido a fazer esta delação premiada, fui coagido pelo secretário de segurança Jefferson Portela (PCdoB), e por um coronel que me conduziu”.

O soldado diz que foi tirado de sua cela à noite. “Primeiro, eu perguntei o motivo de estar sendo tirado da cela. Disseram que captaram a ligação de alguém e que eu corria risco de vida”.

“Tiraram uma rede e disseram que poderiam tentar me enforcar com a rede e fui colocado numa cela separada no comando geral, onde fazia as necessidades em um balde. Fui tratado como um lixo”, afirma.

Em seguida, ele diz ter sido levado para o Ministério Público Federal, sem contato com seus advogados, e, lá, teria se encontrado com o secretário de Segurança Pública do Maranhão.

“Quando eu cheguei lá, o secretário de segurança pública Jefferson Portela começou a dizer que eu devia colaborar com ele porque eu era o mais novo que tinha sido preso, que estaria correndo grande risco de perder minha farda e todos os meliantes que eu já prendi poderiam tomar ciência disso e depois atentar contra minha vida”.

Jefferson ainda diz que o chefe da pasta tentou induzi-lo a “falar nomes de pessoas”. “Queria formar um circo, um teatro, para que pudesse inserir as pessoas que estivessem sendo investigadas e algumas que não estivessem para que fossem envolvidas na situação do contrabando”.

“Ele queria o tempo todo que eu dissesse que o delegado Tiago Bardal estivesse dentro do sítio. Ele queria o tempo todo que eu dissesse que o delegado Raimundo Cutrim, que é o atual deputado, tivesse dentro do sítio também. Ele queria que eu falasse. Por ele, eu poderia contar a história mais mirabolante que fosse, mas envolvendo eles, entendeu? O delegado Ney Anderson, que eu não conheço. Eu não conheço o deputado Raimundo Cutrim. Também não conheço o delegado Bardal”, relatou.

Defesas

O Ministério Público Federal afirma que a versão do soldado é inverídica. Por meio de sua conta de Facebook, o secretário de Segurança Pública do Maranhão reagiu. “O Soldado Paiva, preso por integrar a Orcrim, agora se diz coagido a delatar seus comparsas. Será processado por mais um crime”.

“A organização criminosa identificada e com alguns dos seus membros presos, trama contra o Ministério Público Federal e a SSP/MA”, afirmou.

Investigado diz que foi coagido a delatar deputado no Maranhão

'Terra é prisão galáctica para os humanos', diz pesquisador americano

Há muitos cientistas que compartilham a teoria da panspermia, segundo a qual a vida no nosso planeta foi trazida por meteoritos, asteroides e outros corpos celestes. Ellis Silver, pesquisador da raça humana, afirma que nossa origem não provém da Terra, mas sim, do mundo extraterrestre, informou nesse domingo (22) o portal on-line Daily Star.

Em seu livro intitulado de "Humanos não são da Terra", o autor assinalou que a raça humana teve suas origens fora da Terra, citando várias evidências para argumentar sua afirmação. De acordo com Silver, existem muitas diferenças entre os humanos e outras espécies da Terra, o que levou o cientista a chegar a sua conclusão quanto a nossa verdadeira origem.

Silver destaca o fato de os humanos serem muito sensíveis à luz do sol — algo a que outras espécies são imunes. O pesquisador assinalou que os répteis são capazes de regular sua temperatura quando expostos à luz do sul, enquanto permanecer por um período longo sob o sol causa tonturas e insolação nos seres humanos.

"Provavelmente, a humanidade é a espécie mais avançada em nosso planeta, sendo incrivelmente mal preparada e inadaptada para o ambiente terrestre: incapaz de suportar o Sol, com forte repugnância à comida natural e com um nível ridiculamente alto de doenças crônicas, e assim por diante", argumentou Silver em seu livro, citando pela edição.

O pesquisador apontou também para as dificuldades do parto como outra evidência de que os humanos são do mundo alienígena. Além disso, o pesquisador indicou que problemas frequentes de muitas pessoas com as costas também são uma prova de que somos de um planeta com uma gravidade muito menor.

Mas então, o que levou os extraterrestres a escolher nosso planeta? Ellis Silver propôs várias teorias respondendo a esta pergunta. Segundo ele, a Terra pode representar um tipo de prisão galáctica, o que explica nossa natureza violenta como espécie.

"A Terra pode ser um planeta-prisão, já que parecemos ser uma espécie naturalmente violenta e estamos aqui até aprendermos a nos comportar", concluiu Silver. Com informações do Sputnik Brasil.

'Terra é prisão galáctica para os humanos', diz pesquisador americano

Teste avalia serviços de armazenamento na nuvem; veja qual é o melhor
A era digital já passou por vários períodos desde disquetes para os CDs, DVDs, pendrives e HDs externos. Atualmente, o recurso mais utilizado é o armazenamento em nuvem. Para descobrir a eficácia desses serviços, a Proteste, associação de consumidores, testou 11 plataformas. Entre os resultados, há boas opções gratuitas que oferecem backup instantâneo, compartilhamento e edição de arquivos.

Quando se trata da capacidade de armazenamento, o consumidor que possui poucos arquivos, pode contentar-se com um plano gratuito, tais como o Mega e Degoo. Já para os que possuem integração com o Microsoft Office – suíte de aplicativos para escritório –, uma facilidade é utilizar o Dropbox, Onedrive e Box – mais amplamente divulgados.

A possibilidade de editar arquivos sem ter que fazer o download é outro diferencial de um serviço moderno na nuvem. Nesse aspecto, os serviços Box, Cloudme, Dropbox, Google Drive, iCLoud, Onedrive e Proximus se destacaram.

Todos os avaliados oferecem a possibilidade de compartilhar os arquivos com outras pessoas e até mesmo permitir que elas os editem. Contudo, alguns possuem mais recursos do que outros. Por exemplo, apenas o Hubic tem a função nos planos gratuitos de definir por quanto tempo o arquivo pode ficar disponível para quem você compartilha. Enquanto o Dropbox permite isso somente para quem possui o plano pago.

Apenas o Box, Dropbox, Google Drive e Onedrive oferecem edição simultânea. Em relação à segurança, a associação viu que, com exceção do Cloudme e do Proximus, todos possuem criptografia adequada, garantindo que o usuário esteja seguro em suas transferências de arquivos.

Para avaliar a usabilidade foram criados três cenários: para um usuário único, para um que quer fazer backup e edições online e outro que pretende acessar por vários aparelhos. Nos três, os que se saíram melhor foram Google Drive, Dropbox e Onedrive. Eles são fáceis de iniciar, simples para o usuário básico, fazem backup, possuem edição online e podem ser acessados de diversos produtos. O Degoo, por sua vez, obteve um resultado muito ruim nos três cenários simulados. Vale destacar que Google Drive, Dropbox e Onedrive também foram considerados, de novo, os mais bem avaliados de todo o teste.

Cuidados antes de contratar o serviço 

Antes de optar por um dos serviços, é necessário observar se ele é compatível com o sistema operacional do aparelho móvel em que será utilizado. Notebooks Windows e smartphones com iOS não terão dificuldades de acesso, já que todos os serviços são compatíveis com eles.

Porém, o consumidor terá problemas se quiser acessar seus arquivos por meio de um notebook Linux, de um celular Windows Phone ou de um e-reader Kindle. As nuvens Google Drive, Onedrive, Box, iCloud, Degoo e Proximus não possuem suporte no Linux. E, no Kindle, só Dropbox e Onedrive.

Teste avalia serviços de armazenamento na nuvem; veja qual é o melhor

Dando continuidade nas ações de repressão a crimes patrimoniais, a Polícia Civil do Maranhão, em ação conjunta da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) e Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos (DRFV), na última quinta-feira (19), deu cumprimento ao mandado de prisão preventiva em desfavor de Carlos Magno Santos Freire (40), tal indivíduo foi identificado em pelo menos 03 (três) casos de furtos em estabelecimentos comercias, sendo também suspeito em pelo menos outros 02 (dois) casos.

A destreza e a dissimulação ao agir são a marca registrada de Carlos Magno, o qual realizava os furtos sem que as vítimas percebessem de imediato. A prisão possibilitou a recuperação de semijoias de uma loja existente num shopping da cidade.

DRF E DRFV PRENDEM AUTOR DE FURTOS EM ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS NA CAPITAL

O secretário de Estado da Segurança Pública, Jefferson Portela, reagiu fortemente às acusações feitas pelo policial militar Fernando Paiva Moraes Júnior, preso por acusação de participar da quadrilha de contrabando desbaratada em operação realizada no final do mês de fevereiro, em São Luís.

Em um vídeo de seu depoimento à justiça federal, divulgado por um blog, o preso diz que o secretário de Segurança, Jefferson Portela, teria forçado que ele denunciasse um deputado. No entanto, os promotores que cobrem o caso, em entrevista coletiva realizada ontem, desmentiram a denúncia do detento.

Em tom de indignação, tachando seus detratores de canalhas, Portela diz que a polícia não se intimidará que o policial será processado por mais um crime.

“Aos CANALHAS de todos os naipes: A Polícia do Maranhão não se intimidará. O Soldado Paiva, preso por integrar a Orcrim, agora se diz coagido a delatar seus comparsas. Será processado por mais um crime”, disparou o secretário nas redes sociais.

Para Portela, a trama da organização criminosa contra o MPF e a Secretaria de Segurança se deve ao medo de prisão de outros de seus integrantes.

“A maior ORCRIM dos últimos tempos, treme e trama com medo da prisão de outros integrantes. Serão todos presos. A organização criminosa identificada e com alguns dos seus membros presos, trama contra o Ministério Público Federal e a SSP/MA”, finaliza o secretário.

Jefferson Portela reage: “Aos canalhas de todos os naipes: a Polícia do Maranhão não se intimidará”

Na manhã desta quinta-feira (19) foram apreendidos dois veículos suspeitos de terem sido usados no assalto às agências bancárias em Cocal da Estação, em fevereiro deste ano. Os carros foram localizados na zona rural de Luís Correia, no povoado Lagoa do Camelo, com apoio do GPM (Grupamento da Polícia Militar) de Cajueiro da Praia.

Foram achados rádios comunicadores, câmeras fotográficas, botijão de gás, miguelitos (usados para furar pneus de veículos) e uma chave de fenda. Os veículos eram uma Ford Ranger de cor branca, que a polícia suspeita de clonagem, e uma S10 de cor preta que apresenta restrição por roubo.

Segundo o coordenador do Greco (Grupo de Repressão ao Crime Organizado), delegado Willame Moraes, foi feito o recolhimento dos carros para a análise e confirmação se foram mesmo usados para assalto a bancos.

“Os veículos foram encontrados pelo proprietário da casa que acionou a polícia e agora vão ser examinados, pois há uma suspeita que estes automóveis estejam envolvidos no assalto às agências bancárias em Cocal da Estação”, contou.

Assalto

Um grupo de homens fortemente armados explodiu a agência da Caixa Econômica, dos Correios e um posto do Bradesco em Cocal no dia três de fevereiro. Segundo o comandante da Polícia Militar de Parnaíba, major Antônio Pacífico, os criminosos fizeram um cordão humano em frente aos bancos para evitar a aproximação de policiais.

“Eles estavam em três carros, agiram muito rápido na ação criminosa. Uma viatura da PM foi ao local, mas como eles estavam usando as pessoas como reféns, os militares não revidaram. Ninguém ficou ferido”, contou.

Fonte: G1 via Blog do Yuri Gomes

Polícia apreende veículos suspeitos de serem usados em assalto a banco

Resultado de imagem para " Lúcia de Fátima Dutra Weisz"
Esta semana, a polícia anunciou a captura de uma mulher que encomendou o assassinato do marido, mas escapou da cadeia. Lúcia de Fátima Dutra Weisz, de 61 anos, foi presa dentro de um banco no Paraná pelo mesmo policial que participou da primeira prisão dela, há 22 anos. Durante o tempo em que esteve foragida, a criminosa usava o nome verdadeiro e ia ao banco todo mês receber a pensão como viúva do marido que ela mandou matar. 

Mulher que mandou matar marido em SP é presa após ficar 22 anos foragida

Ele tinha mandado de prisão em aberto.
Manhã de quinta-feira (19), no Km 156 da BR 010, município de Porto Franco, um andarilho parou no posto da Polícia Rodoviária Federal para pedir água e informações aos policiais de plantão.

Após ter seu nome consultado nos sistemas de segurança, foi verificado mandado de prisão em aberto na Vara Criminal de Miracema do Tocantins/TO, válido até 19/12/2037.

Diante das evidências, o andarilho foi conduzido para a Delegacia de Polícia Civil em Estreito.

Fonte: PRF via Blog Alexandre Cunha

Andarilho vai pedir informações na Unidade Operacional da PRF e acaba preso.

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