quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Juiz da Operação Lava Jato condena oito envolvidos em lavagem de dinheiro

Doleira Nelma Kodana foi condenada a 18 anos de prisão


imagem ilustrativa
O juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Criminal do Paraná, responsável pelos processos da Operação Lava Jato, condenou oito envolvidos no esquema de lavagem de dinheiro que movimentou mais de R$ 10 bilhões. A doleira Nelma Penasso Kodama, acusada de atuar em parceira com Alberto Youssef, foi condenada a 18 anos de prisão, em regime inicialmente fechado, pela prática de evasão de divisas, operação de instituição financeira irregular, evasão de divisas tentada, corrupção ativa e pertinência a organização criminosa.

Nelma está presa na Casa de Custódia de Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba. Ela foi presa no Aeroporto Internacional de Guarulhos durante a Operação Lava Jato em março deste ano, quando tentava fugir para a Itália com 200 mil euros escondidos na calcinha.

Já Iara Galdino foi condenada por evasão de divisas, por operar instituição financeira irregular, corrupção ativa e pertinência à organização. Somadas as penas, são 11 anos e nove nesses de reclusão.

A condenação de Luccas Pace Júnior foi por evasão de divisas, por operar instituição financeira irregular e pertinência a organização criminosa. Ele foi condenado, no total, a quatro anos anos, dois meses e 15 dias de reclusão.

Juliana Cordeiro de Moura foi condenada pelos crimes de evasão de divisas e de operação de instituição financeira irregular. A pena de Juliana foi de dois anos e dez dias de reclusão.

Cleverson Coelho de Oliveira foi condenado a cinco anos e dez dias de reclusão pelos seguintes crimes: evasão de divisas, operação de instituição financeira irregular e pertinência a organização criminosa.

Maria Dirce Penasso foi condenada pelos crimes de evasão de divisas e de operação de instituição financeira irregular, com pena de dois anos, um mês e dez dias de reclusão.

Já a condenação de Faiçal Mohamed Nacirdine foi de um ano e seis meses de reclusão por operar instituição financeira irregular.

Rinaldo Gonçalves de Carvalho foi condenado por corrupção passiva. A pena dele foi de dois anos e oito meses de reclusão.

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