quarta-feira, 29 de outubro de 2014

professor diz que preconceito contra nordestino é histórico


O preconceito aos nordestinos tem gerado muitas discussões. Nas redes sociais os ataques tem sido violentos. As agressões iniciaram logo após a divulgação do resultado do segundo turno que garantiu a reeleição da presidenta Dilma Rousseff.

O professor de História, Sá Marques, esteve hoje (29) no Bom Dia Maranhão onde disse que as agressões entre grupos sociais são comuns na história brasileira. Citou casos do Estado Novo, da Revolução Constitucionalista e o próprio exemplo das eleições presidenciais de segundo turno do domingo passado.

Sá Marques mencionou aspectos criminais que envolvem o preconceito, inclusive nas redes sociais. "Há uma digital, o IP do usuário que pode ser identficado", observou.

As redes sociais são as maiores veiculadoras de manifestações. Segundo o diretor presidente da ONG SaferNet Brasil, Thiago Tavares, as páginas na internet e nas redes sociais que tem violações aos direitos humanos serão investigados e seus autores poderão ser punidos. Tavares explica que, assim como quem cria, quem compartilha um conteúdo de ódio e preconceito também pode ser responsabilizado criminalmente.

Entre os eleitores nordestinos, Dilma teve quase 72% dos votos válidos, um desempenho um pouco abaixo do conquistado por Lula em 2006, quando foi reeleito com 77% dos votos nordestinos. Tamanha liderança regional compensou o desempenho inferior de Dilma nas três regiões vencidas por Aécio: Sudeste, Sul e Centro-Oeste.


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