domingo, 7 de junho de 2015

Como engenheiros criam arranha-céus que parecem fisicamente impossíveis

Arranha-céus fisicamente impossíveis


Stephen DeSimone, presidente da DeSimone Consulting Engineers em Nova York, está projetando um novo tipo de arranha-céu. Ele trabalha em estruturas diferentes de qualquer outra coisa no mundo: prédios altíssimos e ao mesmo tempo compactos.

A cidade de Nova York está enfrentando um grande boom imobiliário com prédios cada vez mais altos, especialmente em alguns quarteirões de Manhattan. Uma combinação perfeita de circunstâncias econômicas está produzindo prédios altíssimos que são ridiculamente finos. E, neste ano, parece que há uma corrida para ver qual arranha-céu consegue vender a cobertura mais cara da cidade.

A DeSimone é uma das poucas empresas que trabalham com essas construções estranhas, cada uma delas resultado de uma série complexa de negociações envolvendo legisladores, acordos e forças do mercado.

No momento, a empresa está focada em um prédio projetado pelo arquiteto Robert A.M. Stern. Sua cobertura pode se tornar o apartamento mais caro vendido na história de Nova York, por US$ 175 milhões, enquanto mais de US$ 1,1 bilhão em apartamentos foram vendidos no prédio ainda em construção.

Para DeSimone, o que é realmente incrível neste prédio em particular não tem nada a ver com a questão econômica criada por forças do mercado. Se você olhar para o prédio de 290 metros de altura, vai perceber que ele tem apenas 16 metros de largura. É uma proporção de 18:1, um desafio estrutural que é incomum fora desse nicho de imóveis.

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