terça-feira, 1 de setembro de 2015

ABSURDO!!! ESTADO GASTA CERCA DE 4 MIL REAIS POR MÊS COM CADA MENOR INFRATOR NOS CENTROS EDUCACIONAIS.


O titular da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS), Josbertini Clementino, revelou que o custo por cada adolescente e jovem em conflito com a lei chega a uma média de R$ 4 mil mensais. "Atualmente, são 904 nos 15 centros da Capital e Interior e temos que seguir critérios como, por exemplo, oferecer seis refeições por dia e ter o apoio de uma equipe multidisciplinar", diz.

O órgão informa que, até a manhã de segunda-feira (31), três jovens haviam sido recapturados pela Polícia Militar, dois retornaram por conta própria e um foi levado pela mãe. Além disso, abriu inquérito administrativo e policial para apurar os motivos e as circunstância da fuga e que uma perícia está sendo realizada para identificar possíveis danos causados ao patrimônio público. "Uma equipe de engenharia já se encontra na Unidade, desde sábado, fazendo as correções emergenciais. Os serviços e a rotina na Casa estão normalizados", diz a nota.

A secretaria acrescenta que várias medidas foram tomadas para melhorar as condições de atendimento de jovens em conflito com a lei no Estado. "Entre estas medidas, estão a construção de três novas unidades, sendo uma em Fortaleza, no bairro Canindezinho, com previsão de entrega para setembro, uma em Sobral e outra em Juazeiro do Norte, ambas com 50% das obras realizadas", relata.

Juntas, garante, as três novas unidades irão ofertar mais 270 vagas no sistema socioeducativo, sendo 90 em cada novo centro. Além disso, os centros educacionais Patativa do Assaré (Cepa), Cardeal Dom Aloísio Lorscheider (Cecal) e Dom Bosco estão sendo reformados para melhor atender os jovens. "Um novo modelo pedagógico de atendimento e acompanhamento socioeducativo foi lançado na última segunda-feira (24) para dar nova dinâmica aos centros educacionais", frisa.

Reestruturação

Além da reestruturação física, o órgão vem dinamizando o planejamento e articulando ações de regionalização do atendimento, entendendo que a medida privativa de liberdade deve ser a última e a mais extrema alternativa a ser utilizada pelo Poder Judiciário. "O atendimento em meio aberto deve ser priorizado e de excelência, evitando assim o ingresso ou regresso de adolescentes em conflito com a lei para unidades privativas", defende.

Fonte: Diário do Nordeste Via Camocim Policia 24 horas

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