terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Caso Pâmela: Suspeita de tiro acidental dançava ''Metralhadora''

Travesti Pâmela (Crédito: Divulgação)
Travesti Pâmela (Crédito: Divulgação)
A coordenadora Grupo Piauiense de Transexuais e Travestis (GPTrans), Maria Laura dos Reis, confirma ao meionorte.com que o tiro teria não se trata de transfobia, mas sim de um acidente.

“Estamos esperando o enfermeiro que trabalha no HUT nos repassar notícias atualizadas, mas o que sabemos é que ela está estável”, afirma.

De acordo com as primeiras informações Pamella participava do evento com um grupo de amigos, no momento em que encontraram a arma no passeio da avenida Raul Lopes e teriam iniciado uma brincadeira com o revólver que acabou disparando e atingido a travesti.

Nesta terça-feira (02), a adolescente de 17 anos, identificada como Karol, suspeita de ser responsável pelo tiro acidental que vitimou Pâmela, prestou depoimento no 12º Distrito Policial. A suspeita também é travesti e afirmou que estava dançando com amigas a música ‘Metralhadora’, hit do carnaval 2016, no momento em que a arma disparou acidentalmente.

"Elas estavam dançando a 'metralhadora' e todos estavam trocando a arma. Todos estavam brincando e passando a arma de um pro outro. No momento da música ficaram passando de uma para outra", disse a tia da jovem suspeita, que prefere não ser identificada. 

A polícia ainda não consegue afirmar com clareza quem é o responsável. "Temos que aguardar o laudo pericial para saber quem atirou, de quem é essa arma e porque atiraram contra ela", disse o delegado Ademar Canabrava. 

A arma usada na suposta 'brincadeira' é uma pistola ponto 40, de uso exclusivo da polícia e ainda não foi encontrada pela polícia. 



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