sábado, 10 de setembro de 2016

Al-Qaeda convoca seguidores a repetirem atentados do 11 de setembro

Em vídeo, líder do grupo terrorista Al-Quaeda, Ayman al-Zawahiri, afirma que a facção pode



A faccção terrorista Al-Qaeda divulgou nesta sexta-feira (9) um vídeo "comemorativo" do aniversário de 15 anos dos atentados de 11 de setembro de 2001, convidando todos os muçulmanos a "lutarem" contra o Ocidente e afirmando que "os eventos como os de 11 de setembro deverão se repetir milhares de vezes pela vontade de Alá".

De acordo com a agência privada de combate ao terrorismo "SITE", o vídeo é narrado pelo líder do grupo, Ayman al-Zawahiri, afirmando que os próximos dias serão marcados pelos "15 anos das abençoadas invasões em Washington, Nova York e Pensilvânia".

Al-Zawahiri invoca seguidores à luta contra o Ocidente afirmando que "a prioridade é a jihad contra a América" e que a "Al-Qaeda deve começar a guerra santa, atingindo os Estados Unidos e os países aliados" enquanto os "crimes do Ocidente" continuarem.

A faccção enfatizou que os atentados ocorridos há 15 anos "retomaram o equilíbrio" entre o Islã e o seu "inimigo secular e materialista" e ajudam os muçulmanos ainda hoje a lembrarem que têm "poder e habilidades suficientes".

Usando partes de um vídeo de Malcom X, um dos maiores defensores dos direitos civis dos negros da história, o terrorista convoca os afro-americanos para a luta, explorando a crescente tensão racial dos EUA, afirmando que a "supremacia branca" controla as leis e que o Islã pode "resgatar" os negros.
EUA

Nesta sexta-feira, o Congresso dos Estados Unidos aprovou uma lei na qual as famílias das vítimas dos atentados de 11 de setembro podem processar o governo da Arábia Saudita pelas perdas e danos sofridos.

A dois dias do aniversário de 15 anos dos atentados que deixaram mais de 3 mil mortos, a "Justice Against Sponsors of Terrorism Act" (Jacta) foi aprovada com aplausos, mesmo que ela sempre tenha sido criticada pelo presidente Barack Obama, contrário à ideia.

A Casa Branca já havia afirmado que se a lei fosse aprovada, o mandatário iria vetá-la. Para Obama, a lei pode causar um incidente diplomático entre os EUA e a Arábia Saudita, além de servir de incentivo para que outros países começassem a processar os americanos.

No entanto, se, mesmo com o veto, dois terços do Congresso norte-americano ainda aprovarem a medida, será a primeira vez que Obama terá um veto negado nos seus dois mandatos.

*Com informações da agência Ansa via Ultimo Segundo

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