segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Roberto Rocha, um senador que boia



Se há um consenso na classe política do Maranhão este consenso é que o senador Roberto Rocha (PSB) vive boiando entre o real e o abstrato, entre o céu e a terra, entre o passado e o presente.

Boiou quando achou que sem ele na disputa, José Reinaldo Tavares seria derrotado na eleição de 2002.

Boiou quando afirmou que “o Maranhão é um avião e ele é a asa” que mantém o Estado suspenso, que sem ele estamos todos condenados ao fracasso.

Boiou quando achou que teria cacife político para eleger o filho vice-prefeito de São Luís, na chapa com o neófito Wellington, em 2016.

Boia quando acredita que poderia ter sido eleito senador sem o apoio do então candidato a governador Flávio Dino, em 2014.

Boia quando pensa que está mostrando aos maranhenses “para que serve um senador”, tirando licença pra cuidar da saúde e, descaradamente, postando fotos de lazer regado a bebida alcoólica.

O próximo projeto é ser candidato-senador ao governo do Estado, aproveitando-se de uma brecha legal que lhe permite concorrer sem renunciar o cargo.

Mas o povo não é besta. Vai fazer com ele o que o governo que ele traiu fez, ao limpar as praias do Maranhão: tirar o mal que boia.

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