sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Acusado da morte do prefeito João Leocádio será julgado nesta segunda-feira (05)

O crime foi cometido em 2005, há 13 anos

Treze anos depois do crime, o 4º Tribunal do Júri de São Luís julga, nesta segunda-feira (05), Wytamar Costa da Silva, acusado da morte do prefeito de Buriti Bravo (MA), João Henrique Borges Leocádio, ocorrida no dia 10 de março de 2005, naquele município. Os outros dois denunciados, Wellington Coelho e Antônio Marcos da Costa, já faleceram e tiveram extinta a punibilidade.

Conforme denúncia do Ministério Público, no dia 10 de março de 2005, o corpo do prefeito foi encontrado numa estrada vicinal do município. O corpo estava ao lado do carro da vítima e próximo ao cadáver havia um revólver calibre 38 com quatro cápsulas intactas e uma deflagrada.

A ação penal foi instaurada na Comarca de Buriti Bravo, na qual o Ministério Público denunciou Wellington Coelho, conhecido como “Negão”; Antônio Marcos da Costa, conhecido como “Marcão”; e Wytamar Costa da Silva. A denúncia foi oferecida pelo Ministério Público em 08 de março de 2006, após seis prorrogações de prazo para conclusão do inquérito policial.

A pedido do Ministério Púbico, em agosto de 2017, o processo judicial, passou a tramitar na 4ª Vara do Tribunal do Júri de São Luís. O julgamento estava marcado para ocorrer em 04 de dezembro de 2017, mas, a pedido do advogado do réu, foi adiado com nova data agendada para esta segunda-feira, dia 05 de fevereiro, quando atuarão na acusação o promotor de justiça Samaroni de Sousa Maia e na defesa o advogado Inácio Américo Pinho de Carvalho; e será presido pelo juiz José Ribamar Goulart Heluy Júnior.

Wytamar Costa da Silva foi preso por esse crime em 16 de maio de 2005 e posto em liberdade em 20 de maio de 2008. Ele foi pronunciado como incurso nas penas do artigo 121, §2°, inciso I e II (homicídio qualificado, mediante paga ou promessa de recompensa, ou por outro motivo torpe; e por motivo fútil), c/c art. 29 (do concurso de pessoas), do Código Penal, sendo na decisão de pronúncia concedido ao réu o benefício de aguardar o julgamento em liberdade.

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