terça-feira, 7 de agosto de 2018

Cobalto é o 'novo ouro' e escassez já preocupa mineradores; entenda


Nada de ouro. O metal precioso da vez é da cor azul prateada e bastante importante nos dias de hoje. Componente-chave na produção das baterias de íon-lítio, presentes na maior parte dos eletrônicos vendidos onde em dia, o cobalto teve seu preço elevado em uma porcentagem de 8% a 10% ao ano, o que fez com que muitas empresas passassem a buscá-lo em todo o mundo. A maior parte do material (60%) é extraída na República Democrática do Congo. Considerando o produto refinado, a liderança fica com a China.

Como funciona?

Depois de extraído do solo, com a ajuda de explosivos, o material é refinado e transformado em metal ou em misturas e concentrados usados nas baterias, drones e até motores, o que justifica a sua alta procura.
Mercado em crescimento

Um levantamento realizado pela empresa de pesquisas CRU Group aponta que somente neste ano o consumo do cobalto supere as 122 mil toneladas, um aumento considerável em relação a 2011, quando foram vendidas 75 mil toneladas. Com o aumento na demanda, o preço também cresceu – cerca de 30% – e deve ficar ainda maior, já que especialistas acreditam que o material possa estar escasso em 2022.

A perspectiva tem feito com que cerca de 300 empresas de todo o mundo passem a realizar a mineração do material, mas o trabalho não é tão simples. Entre as principais dificuldades está o custo de instalação de uma mina. Muita gente também duvida das chances de o material se manter valorizado por um longo período.

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